quarta-feira, 20 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Autor da semana: Marisha Pessl #3



A escritora da semana é Marisha Pessl...



Marisha Pessl (26 de outubro de 1977) é uma escritora americana mais conhecida por seu livro Tópicos Especiais em Física das Calamidades.
Pessl nasceu em Clarkston, Michigan. Seu pai, Klaus, um engenheiro austríaco da General Motors, e Anne, dona de casa americana, divorciaram-se quando ela tinha três anos. Mudou-se com a mãe e irmã para Asheville, Carolina do Norte. Pessl teve uma educação de bastante estímulo intelectual. Sua mãe a matriculou em aulas de equitação, pintura, jazz e Francês. Marisha formou-se em 1995 na escola privada Asheville School. Fez aulas na Northwestern University por dois anos antes de se transferir para o Bernard College, onde graduou-se Phi Beta Kappa com grau em Literatura Inglesa.
Após a graduação, ela trabalhou como consultora financeira em PricewaterhouseCoopers, escrevendo em seu tempo livre. Após dois anos frustrados de tentativa em romances, Pessl começou a escrever um terceiro em 2001 sobre o relacionamento entre uma filha e seu controlador e carismático pai. Pessl terminou o romance intitulado Tópicos Especiais em Física das Calamidades, em 2004, sendo publicado em 2006 com ótimas qualificações. Seu livro tornou-se um dos best-sellers do The New York Times e foi publicado em 3 línguas.
O segundo romance de Pessl, Night Film, um "thriller literário psicológico [...] sobre um cinegrafista nova-iorquino que investiga um aparente suicídio", será publicado no outono de 2010.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Top 10 mulheres especiais.



Top 10 personagens femininos. Gostaria de ser uma dessas mulheres muito especiais.

10. Serena Caroline Van Der Woodsen



Serena é a garota que todos amam odiar, linda e popular. Dona de uma personalidade espontânea, tem em torno de 1,90 de altura(consulte 1° livro), longos cabelos loiros ondulados e olhos azul-escuros. Ela é descrita como a garota mais bonita de toda Nova Iorque, possuindo uma elegância natural herdada de seus pais. É inteligente, mas não utiliza todo seu potencial. Assim como sua melhor amiga Blair Waldorf, ela faz parte da alta sociedade do Upper East Side. Ela mora no número 994 da Quinta Avenida com seus pais Lillian e David, em uma luxuosa cobertura de 14 cômodos, em frente as escadarias do Met e do Central Park. Seu irmão mais velho, Erik, estuda na Universidade de Brown, onde ela também pretende ingressar.



Acho q prefiro a vida da Serena do livro e a personalidade da Serena do seriado, rs... Ela é animada sempre (chega a ser maluca), rica, linda e sempre pega os carinhas mais legais... Apesar de sempre admirar a Blair, acho q ela tem muito rancor naquele coraçãozinho, rs... E o melhor par dela é o Dan (q eu prefiro o do livro sem dúvidas).. ele é um fofo, apesar de muito grudento (é, talvez o do seriado não seja tão ruim, rs)

sábado, 16 de outubro de 2010

#DesejodaSemana



Ficar sozinha!

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.

Clarice Lispector

Texto da semana #6 - Clarice Lispector



Pertencer

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!

Clarice Lispector

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Golden Slumbers #4



Post semanal onde eu falo um pouco dos livros que eu quero e dos melhores lançamentos! Vou postar os 03 livros, aqueles que eu gostaria de ter! E que espero logo comprar.

1. Sociedade Secreta: Rosa e Túmulo



Escritor: Diana Peterfreund
Páginas: 384
Editora: Galera Record
Sinopse: Amy Haskel é subeditora do jornal da faculdade e acredita que logo será convocada para a sociedade secreta Pena & Tinta. Mas tudo muda quando ela se torna uma das primeiras garotas convidadas a integrar a Rosa & Túmulo, a sociedade secreta mais poderosa - e infame - do país. Amy vê sua vida virar do avesso depois que se transforma em uma Coveira (como são chamados os integrantes da Rosa & Túmulo) - não consegue estudar, se afasta dos amigos e está prestes a perder seu quase-namorado. E é só o começo. Em nome da sociedade, Amy deverá assumir a liderança de uma grande conspiração que envolve dinheiro e poder, e que tem (grandes) chances de destruir sua vida.
Pq eu quero: Já li os 3 primeiros e tenho muita vontade de ter esses livros... mas são muito caros... :\

#pegavafácil



Robert Thomas Pattinson

Ahhhhh jura?!